Agentes Jovens começam a trabalhar em Pelotas
Multiplicar informações a respeito dos benefícios oferecidos pelos programas sociais e campanhas sobre a saúde no ambiente em que vivem, é uma das missões dos Agentes Jovens de Desenvolvimento Social e Humano, que começaram a atuar nesta segunda-feira (02) em Pelotas. Cinquenta jovens se reuniram hoje, no bairro Dunas, para a aula inaugural. Ao todo, 150 meninos e meninas entre 15 e 17 anos foram selecionados para participar de oficinas educativas e recreativas, coordenadas pela Secretaria Municipal de Cidadania.
O projeto foi estruturado no início de 2006 e entrou em funcionamento nesta segunda-feira. Terça-feira(03) é a vez da aula inaugural da turma do bairro Navegantes e na quarta(04), se encontram os agentes do bairro Cruzeiro. Para a secretária de Cidadania, Diosma Nunes, o programa vai ajudar a encaminhar estes jovens na vida e possibilitar que se integrem nas suas comunidades, desenvolvendo atividades positivas e úteis. Os adolescentes são egressos dos programas de cumprimento da medidas sócio-educativa de liberdade assistida e casas-lares.
Pertencem a famílias cuja renda per capta é inferior a meio salário mínimo e vão, participar de cursos com atividades de formação, dinâmicas de grupo, palestras, esporte, cultura e lazer. Durante o período das atividades o grupo vai receber material didático, vale-transporte e lanches, além de uma ajuda de custo mensal no valor de R$ 65,00.
Segundo a coordenadora pedagógica do programa, Leonice Chaves, a presença das famílias na primeira aula demonstra o comprometimento que todos estão assumindo perante as atividades que vão ser desenvolvidas. “O programa pretende resgatar a cidadania destes meninos e meninas e mostrar que existem muitas opções boas na vida”, afirmou.
Para dar suporte ao grupo a secretaria de cidadania vai disponibilizar assistentes sociais, um psicólogo, professor de educação física, instrutores, orientadores sociais e orientadores educacionais. Participando destas atividades e com as orientações que vão receber, os jovens devem fortalecer os vínculos familiares e passar a reconhecer seus direitos enquanto cidadãos”, complementa Diosma.