Cerest na luta contra o trabalho infantil

Por Divulgação 14-06-2007 | 00:00:00
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Em referência ao Dia Mundial da Luta contra o Trabalho Infantil, que ocoreu no último dia 12, o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador da região Macrosul – Cerest Macrosul – promove no próximo sábado(16) evento no Largo Edmar Fetter, das 9h às 17h. Nesta ocasião, alega o novo coordenador da instituição, Renato Pereira, material de divulgação será distribuído, com o objetivo de conscientizar a população sobre luta contra o trabalho infantil.

Em paralelo ao evento no largo Edmar Fetter, a equipe do Cerest estará distribuindo material de divulgação nas feiras livres da avenida Bento Gonçalves e em algumas unidades básicas de saúde onde estará acontecendo a campanha de vacinação contra a poliomielite, informa Pereira. Além de difundir a data alusiva, o evento irá conscientizar os educadores para que se trabalhe este assunto em sala de aula e também apresentar o PETI (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil), executado pela Secretaria Municipal de Cidadania.

Conforme a psicóloga do Cerest, Vanderlita Aguirre Leal, vem crescendo assustadoramente o número de crianças em situação de trabalho, seja como flanelinha, engraxate ou ajudante na agricultura. “Trabalho doméstico e mendicância também são formas de trabalho infantil”, declara. Ela informa que, a cada ano, morre em média 22 mil crianças de doenças ou acidente de trabalho no Brasil. Ela coloca, ainda, que nenhuma criança pode trabalhar até completar 14 anos. A partir dos 14, só pode trabalhar como aprendiz. E somente a partir dos 16 anos é que o trabalho é permitido, desde que o local respeite as mínimas condições de salubridade e periculosidade.

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