Empem trata da contratação de apenados p/ fabricação de canos

Por Divulgação 08-08-2005 | 00:00:00
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O diretor-presidente da Empresa da Pedreira Municipal (Empem), Roger Ney, esteve reunido hoje (8) no Presídio Regional de Pelotas onde tratou sobre a contratação de apenados na fabricação de tubos de cimento para canalização. Participaram da reunião o diretor do Presídio, João Berneira da Silva, o presidente do Conselho de Apoio ao Apenado do Presídio, Armando Jaekel, a assistente social Claudia Marini e a psicóloga Sonia Strelow. Segundo Ney, a fabricação de tubos vai originar uma nova fonte de renda para a empresa, e deverá gerar seis postos de trabalho, que serão ocupados por detentos. A reunião serviu para que fosse explicado o funcionamento do Protocolo de Ação Conjunta – PAC, o instrumento que possibilita que as entidades públicas ou privadas ofereçam trabalho remunerado ao preso. A contratação dos apenados é isenta de encargos sociais, e a remuneração pode ser efetuada de duas formas: baseado no salário mínimo regional, ou seja, o preso recebe 75% do salário regional, ou por produção, onde é estabelecido o valor da unidade produzida. São utilizados para o trabalho presos em regime semi-aberto, ou seja, aquele preso que alcançou o direito ao trabalho externo. Com matéria-prima em abundância, o projeto de construção de tubos para canalização, além de proporcionar a inserção social de apenados, vai permitir a produção a um custo abaixo do mercado, afirmou Ney. Um dos principais clientes para a aquisição dos tubos, diz ele, deve ser a Prefeitura, já que uma das propostas do prefeito Bernardo de Souza é investir na canalização de valetas a céu aberto em bairros e vilas.

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