SDE faz parceria para implantar Escola de Fábrica em Pelotas

Por Divulgação 10-04-2007 | 00:00:00
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A Escola de Fábrica é um programa realizado através de parceria entre Prefeitura, governo federal, instituição gestora e iniciativa privada, para promover formação profissional inicial e continuada a jovens de baixa renda. A Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pelotas está intermediando o processo para a implantação do programa na cidade, que deverá beneficiar dezenas de jovens estudantes, auxiliando-os na qualificação profissional e por conseqüência na geração de renda.

Nesta terça-feira o secretário de Desenvolvimento Econômico, Carlos Mário Santos, se reuniu com o diretor do Sest/Senat, Roger Lange e equipe, com representantes da Secretaria Municipal de Educação e com Renato Cunha, diretor-presidente da Cooperativa Perfil, para elaborar um cronograma de ações com o intuito de viabilizar a Escola. Para Santos, este é mais um passo no fomento à economia local, proporcionando capacitação e conseqüentemente profissionais mais qualificados para atender as demandas locais e regionais.

Cada entidade desempenhará um papel específico dentro do programa que poderá beneficiar centenas de jovens de baixa renda e que estejam freqüentando o ensino regular. A idéia inicial é utilizar a estrutura do Senat para a promoção das aulas de capacitação, com apoio da Cooperativa Perfil e SME, além de proporcionar aprendizado prático em empresas locais.

O Senat irá disponibilizar uma sala de aula, com capacidade para até 25 estudantes em tempo integral. A SME e a Cooperativa deverão entrar com o fornecimento de instrutores e professores para atender todas as áreas de abrangência dos cursos. Cada curso terá duração de aproximadamente 600 horas-aula e os estudantes selecionados receberão uma bolsa-auxílio no valor de R$ 150,00, alimentação, transporte, material didático e seguro de vida.

Os jovens participantes do Projeto Escola de Fábrica deverão ter idade entre 16 e 24 anos, renda familiar mensal per capita de até um salário mínimo e meio e estar matriculados na educação básica regular da rede pública ou na modalidade de Educação de Jovens e Adultos, no ensino de nível médio. Os cursos serão orientados por projetos pedagógicos e planos de trabalho focados nas necessidades educativas e produtivas da educação profissional, definidas a partir da identificação de necessidades locais e regionais de trabalho.

Ainda não há previsão para o início das atividades, mas as instituições envolvidas estão empenhadas em colocar o programa em prática tão logo seja possível, diz Santos.

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