Secretário esclarece dúvidas quanto à segurança do Carnaval

Por Divulgação 28-03-2006 | 00:00:00
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Tendo em vista as denúncias levantadas hoje (28) pela manhã na Câmara de Vereadores referentes ao serviço de segurança do carnaval, o secretário de Turismo, Esportes e Lazer (STE), Marcelo Mazza Terra, estará no legislativo nesta quarta-feira (29), a partir das 10h, para esclarecer possíveis dúvidas quanto à contratação do serviço.

Mazza adiantou que todo o processo seguiu rigorosamente os trâmites legais, detalhando que, a partir do cancelamento da licitação por modalidade de pregão eletrônico, devido às empresas concorrentes não se adequarem aos prazos previstos no edital, foi aberto, em regime de urgência, uma dispensa de licitação pela Secretaria de Gestão Controle (SGC).

Através deste processo foram chamados todos os interessados na STE para que apresentassem proposta de valores e equipamentos conforme a seguinte relação: a empresa Agnus Day (R$ 33.885,00), Vip Service (R$ 37.674,00), Cooviper (R$ 39. 099, 63), Univip (R$ 40.350,00) e a empresa de Porto Alegre Protege (R$ 96.000,00), de modo que todas atendessem às necessidades do evento.

Como na dispensa de licitação vence o menor preço de no mínimo três concorrentes, a Agnus Day foi a vencedora, mas não compareceu no dia seguinte na SGC, para a apresentação da documentação. A Vip Service, segunda colocada, teve problemas na documentação, já a Coovip e a Univip não atenderam a questão de material necessário.

Após todo esse período de análises, e devido à escassez de tempo e opção, numa tentativa de resistir à última proposta de quase R$ 100 mil, em uma reunião dos secretários realizada no dia 23/02, Terra recebeu do diretor da Eterpel, Agostinho Martins a recomendação da empresa Antares de Rio Grande que presta serviço no Terminal Rodoviário. Como esta fez a proposta de R$ 47.800,00 foi contratada.

Segundo Marcelo Mazza Terra as denúncias são infundadas: “Estão tentando promover mais um movimento para desprestigiar a bela festa que foi o carnaval deste ano, sem terem conhecimento dos fatos”, disse, enfatizando que se houve um aumento de preço entre a melhor proposta e a contratada, foi para seguir as exigências e legalidades do processo.

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