Geraldo Flach Quarteto no foyer do Theatro agora à noite
Prometendo repetir o sucesso absoluto dos dois primeiros encontros, o Clube do Jazz é a atração no foyer do Theatro Sete de Abril, nesta noite (25), a partir das 19h, com entrada franca. Desta vez, o “templo da música instrumental”, como definira o músico e um dos idealizadores do Clube, Eduardo Varela, conta com a participação do Geraldo Flach Quarteto.
Desde a retomada das atividades no foyer do Theatro Sete de Abril pela Secretaria Municipal de Cultura, em junho deste ano, a sala destinada à música vem se consagrando como uma verdadeira Jam session, espaço onde saxofonistas, bateristas e contra-baixistas revezam-se na interpretação de clássicos do jazz, num programa variado que conta ainda com alguns blues requisitados.
Hoje, a sala que fica no segundo andar do Theatro deve ficar pequena para receber a todos os apreciadores de estilos e ritmos clássicos compartilhado entre o público. Principalmente porque além de Eduardo Varela, Daniel Zanotelli, Renato Popó e outros, a noite do Clube do Jazz encerra com a apresentação do Geraldo Flach Quarteto , que cumpre agenda de sete shows da sua turnê regional 2005.
Na ocasião o quarteto se apresenta com sua nova formação: Geraldo Flach (piano), Ricardo Arenhaldt (bateria/percussão), Ricardo Baumgarten (baixo/vocal) e agora com Paulinho Fagundes, na guitarra, violão e voz. O repertório do grupo se divide entre composições do próprio Geraldo e obras de grandes autores brasileiros, com arranjos personalizados e criativos, o que é uma das peculiaridades do grupo.
A secretária de Cultura, Beatriz Araujo, diz que a expectativa é grande por parte de todos: “Sem dúvida será mais uma noite memorável, a exemplo dos outros dois encontros”. A titular da Secult ainda lembra que o público que se fizer presente no foyer do Theatro Sete de Abril contará com os serviços do bufê de Irene Viana e drinques da Tribo dos Coquetéis, e quem optar por reservas de mesas deve entrar em contato pelo telefone 3225.5777.
CURIOSIDADE- As salas reservadas ao acolhimento do público para que fossem trocadas as velas dos candelabros – sem que as roupas dos expectadores de diversos espetáculos sofressem danos – eram conhecidas como foyer, nos antigos teatros construídos antes do advento da luz elétrica. Com o passar dos anos, outros usos lhe foram atribuídos, sempre como espaço de lazer e entretenimento.